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06.11.10

"Adonde vas ahora
Alguien llama por tu nombre
En la estacion
Tiraste tus sueños por la ventana
Dejaste en un papel tu dirección
Yo sé porque lloras
Nunca es fácil tomar la decisión
Alguiien te hace falta en la mañana
Y a alguien le rompiste el corazón
Suena otra vez tu nombre
En la estación
Ya non tienes tan claro porque vas
Por que no alcanzas
El tiempo que no pára
Y ahora llena el aire una canción
Quizas tu nueva vida empieza ahora
Del viejo mundo solo una impresión
Quizás no sea el fin de la historia
Quizás nunca dejaste
La Estación"

Tomar as melhores decisões, assim que lhes são exigidas. Por que, necessariamente, há de se fazê-lo? Geralmente  por não haver escolha, a não ser, naquele momento, escolher. Assim, de uma vez só. Perigosas tomadas de decisão, de medicação, de aguardo de alguma notificação que se lhe mostre eficaz. Eficácia garantida no fim de tudo. Se existe o desejo em findar-se com tudo, há também aí uma escolha. Uma e irrevogável escolha. Todos sabem qual é mas não gostam de nela pensar. E, aos que gostam, um aviso: estão tão próximos de escolhê-la que nem ao menos percebem tal magnitude. Perigo. Perigo este ser a que denominamos "humano". Pelo menos em sua composição física, de carne, osso, pele, órgãos, sim. Mas, seremos mesmo humanidade cercada de atos realmente humanizados? Acho que não.

Pela estrada a fora, a vida lhe interpõe obstáculos, mais e mais decisões acerca deles. Mas, pense bem, até ao ignorá-los você escolheu. Até aí é uma possibilidade [mesmo que de má-fé] de agir sobre este "mundo, vasto mundo". Escolhas. Não há jeito de escapar delas. Nem fingindo um sono profundo. Ou escolhendo um sono eterno. "Eternificados" que somos. Que podemos escolher ser.


Escrito por Lolita às 09h27
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